Notícia

Compras online crescem, mas abaixo da média europeia

Portugal está há anos a recuperar terreno face à União Europeia

1 de dezembro de 2018
Compras online crescem, mas continuam longe da média europeia
O hábito de fazer compras online cresceu significativamente em Portugal desde o início da década. Hoje, perto de quatro em cada dez residentes compram produtos ou serviços através de um computador ou telemóvel.
É uma prática impulsionada pela massificação da tecnologia, por um crescimento da literacia digital e por um aumento da oferta por parte das empresas. Mas o país continua longe da média europeia, num fenómeno em que a dimensão geográfica, os hábitos e até os muitos dias de sol também desempenham um papel.

Em 2010, apenas 15% faziam compras online. Naquela altura, o país era diferente: pouco mais de metade da população usava a Internet (actualmente são mais de três quartos), os smartphones eram uma novidade nas lojas, e serviços como o Netflix, o Airbnb e a Uber estavam a anos de distância. Ao longo dos últimos oito anos, todas estas tecnologias se massificaram, trazendo consigo novos hábitos de consumo. Os supermercados facilitaram as encomendas online, comprar na Amazon ou no eBay tornou-se banal, e não falta quem peça refeições através de uma aplicação.

O resultado é que, em 2018, 37% das pessoas entre os 16 e os 74 anos a residir em Portugal fizeram compras online, segundo números do Instituto Nacional de Estatística divulgados nesta quarta-feira. No ano passado, eram 34%.

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